Livros

Guia das plantas do cerrado

SOUZA, Vinícius Castro; FLORES, Thiago Bevilacqua; COLLETTA, Gabriel Dalla; COELHO, Rubens Luiz Gayoso
isbn978-85-54312-00-8

O cerrado é o segundo maior tipo de vegetação em extensão, ultrapassado apenas pela floresta amazônica. Enquanto está floresta se concentra na Região Norte, o cerrado abrange estados de todas as cinco regiões, o que torna a sua influência marcante para o Brasil como um todo. No cerrado estão as nascentes de alguns dos principais rios brasileiros, como o São Francisco, cuja nascente está na Serra da Canastra, em Minas Gerais; o Rio Tocantins, que nasce na Serra Dourada, em Goiás; o Rio Araguaia, na Serra do Caiapó, entre Goiás e o Mato Grosso; e o Rio Paraná, que nasce na divisa entre Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Apesar de sua importância, o cerrado é a vegetação mais intensamente degradada nas últimas décadas, em decorrência principalmente do avanço de áreas agrícolas, em especial nos estados de Goiás e Mato Grosso.

Muito pouco se sabe ainda sobre a flora do cerrado brasileiro. Sequer o número exato de espécies é conhecido, muito menos suas áreas de ocorrência, as principais ameaças à sua conservação e o seu potencial econômico. O que já se sabe, através de inúmeros exemplos, é que há uma extraordinária riqueza em espécies alimentícias, ornamentais e medicinais e que muitas possuem distribuição extremamente restrita ou ainda sequer foram descritas pela Ciência. Buchnera tacianae foi descrita por Souza & Paula-Souza (2016) enquanto este livro estava sendo escrito e ocorre em três pontos diferentes de Goiás, um deles muito próximo da capital federal. Em um país em que uma nova espécie de planta é descrita a cada dois dias (sobral & Stehmann, 2009), há muito a ser descoberto no cerrado.

Em muitos anos, estudamos a flora brasileira, com viagens de campo a vários estados que possibilitaram a amostragem de diversas espécies, boa parte registrada também com imagens fotográficas. Trabalhos de campo mais intensos foram realizados nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, e no Distrito Federal, mas também outras áreas com este tipo de vegetação foram bastante visitadas. O resultado é este "Guia das Plantas do Cerrado", que traz as principais espécies ilustradas em estado fértil (com flores e frutos), com um nível de detalhamento voltado a auxiliar no reconhecimento tanto em campo quanto em laboratório. O livro é destinado a estudantes e profissionais de diversas áreas, desde aqueles que trabalham com Taxonomia e Ecologia, quanto os que necessitam de dados sobre a biodiversidade do cerrado para finalidades diversas, como uso sustentável ou restauração ecológica. Também a todos aqueles que se interessam pela natureza brasileira e admiram a beleza da nossa flora.

O conhecimento da flora nativa é fundamental para uma existência harmoniosa entre agricultura, uso dos recursos naturais e conservação ambiental. A falta de acesso a uma bibliografia de qualidade para o reconhecimento das espécies é um dos principais fatores que levam a erros de diagnóstico sobre a biodiversidade, pois espécies raras são confundidas com espécies comuns e a biodiversidade torna-se subestimada pela falta de ferramentas e recursos humanos adequados para o seu diagnóstico. Esperamos contribuir para uma melhor qualidade da identificação das espécies do cerrado e, assim, colaborar para a sua conservação.


Manual de estimulantes vegetais: nutrientes, biorreguladores, bioestimulantes, bioativadores, fosfitos e biofertilizantes na agricultura tropical

CASTRO, Paulo Roberto de Camargo e; CARVALHO, Márcia Eugenia Amaral; MENDES, Ana Carolina Cabrera; ANGELINI, Bruno Geraldi
978-85-318-0055-9

Os fertilizantes foliares têm sido aplicados extensivamente na agricultura. Além de caracterizarmos as primeiras aplicações desses agroquímicos, apresentamos aspectos da anatomia das folhas que são atingidas por esses produtos, os mecanismos de absorção passiva e ativa, os fatores que afetam a absorção e também aplicações e penetração dos nutrientes minerais. Consideramos que se trata de uma contribuição para um melhor conhecimento da adubação foliar, cuja eficiência tem motivado controvérsias ao longo do tempo.

Os controladores hormonais, fosfitos, aminoácidos, extratos de algas, ácidos húmicos e fúlvicos, alé, das rizobacterias estimulantes, têm merecido cada vez mais atenção na agricultura tropical à medida que as técnicas de cultivo evoluem, principalmente em culturas de alto valor econômico. Além de caracterizarmos os controladores hormonais, mostramos alguns efeitos dos mesmos nos cultivos triopicais.

O objetivo desta obra é permitir aos Estudantes, Agrônomos, Produtores, Pesquisadores e Professores, que se dedicam à Fruticultura, Olericultura, Cultivos, Pstagens e Ornamentais, utilizar tecnologias já estabelecidas, assim como gerar suas próprias técnicas. Nessas aplicações de controladores hormonais na agricultura tropical é dada ênfase a alguns aspectos práticos da utilização dessa tecnologia agrícola.


O novo código florestal para os pequenos proprietários rurais: estudo de caso no bairro de Pereiras, Amparo – SP – Cartilha 1

TAVARES, Mayra Flores; MENDES, Flávio Bertin Gandara
isbn978-85-89142-08-3

Este trabalho é um dos resultados do Projeto de Mestrado em Recursos Florestais intitulado “A percepção dos pequenos proprietários rurais sobre a nova Lei Florestal: um estudo de caso em Amparo-SP” realizado na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz- Universidade de São Paulo (ESALQ- USP). Este estudo teve como objetivo principal dar voz aos pequenos proprietários rurais sobre o novo Código Florestal e analisar como estes enxergavam esta Lei. Para a realização deste estudo foram entrevistados vários proprietários rurais do Bairro dos Pereiras, Amparo- SP. Houve diversos resultados que demonstraram algumas dificuldades e barreiras para o não cumprimento da Lei. Entre esses resultados, observou-se a necessidade de maior divulgação das novas normas e da importância em cumpri-las. Desta maneira, essa cartilha é fruto da vontade de fazer com que estas informações alcancem estes proprietários rurais da maneira mais clara possível, uma vez que são estes que irão colocar o Código Florestal em prática e proteger as florestas!

Assim, foram produzidas duas cartilhas. A primeira explica as normas do novo Código Florestal para pequenos proprietários rurais, utilizando como exemplo o Bairro dos Pereiras- Amparo- SP e a segunda cartilha aborda as técnicas que podem ser utilizadas para fazer com que a mata nativa se forme na propriedade rural.

Nesta cartilha apresentamos a explicação para os pequenos proprietários rurais sobre o novo Código Florestal.

Os exemplos mostrados nessa cartilha são do Bairro dos Pereiras, local em que foi realizado o estudo. Mas as explicações podem ser utilizadas para todos os pequenos proprietários (até 4 módulos fiscais ) rurais do município de Amparo- SP. Assim como a cartilha também pode ser usada para outras localidades, mas nesse caso deve-se modificar o tamanho do módulo fiscal e adaptar as particularidades da região. 

ISBN 978-85-89142-08-3


Fisiologia Aplicada à Cana-de-Açúcar

CASTRO, Paulo Roberto de Camargo e
978-85-67778-00-6

Este livro é destinado aos produtores de cana-de-açúcar e aos interessados em conhecer o comportamento e o funcionamento da planta em condições de cultivo, para se estabelecer e controlar, com o manejo adequado, o comportamento ideal e a produtividade do canavial de forma racional, sustentável e econômica.  Esta obra abrange 18 capítulos que acreditamos serem essenciais para um conhecimento satisfatório desta área do conhecimento. A organização dos capítulos é simples e lógica. Os primeiros três capítulos tratam da origem, distribuição geográfica, taxonomia e morfologia da cana. Em seguida, tratamos da propagação e do crescimento da planta. O clima e o solo, além dos efeitos dos fatores ecológicos, são abordados. O equilíbrio hídrico e a nutrição mineral são expostos. Consideramos em seguida, área foliar e a luminosidade, de alta importância nas condições tropicais. A fotossíntese também é estudada. A regulação do desenvolvimento é tratada em seguida. Analisamos o acúmulo de sacarose e a produtividade da cana-de-açúcar. A utilização e a relevância dos agroquímicos são consideradas. O capítulo sobre microorganismos associados à cana oferece uma perspectiva do potencial desses organismos. Finalmente, os principais estresses bióticos e abióticos a que o cultivo é submetido nas condições brasileiras, são tratados. O autor agradece a Diego Kitahara Araújo, Bruno Geraldi Angelini, Ana Carolina Cabrera Machado Mendes e Marina Ribeiro da Costa Souza, pela colaboração.


Eucalyptus no Brasil - Zoneamento Climático e Guia para Identificação

FLORES, Thiago Bevilacqua; ALVARES, Clayton Alcarde; SOUZA, Vinicius Castro; STAPE, José Luiz
978-85-89142-07-6

Este guia tem como objetivo servir de ferramenta de campo ao produtor rural e urbanistas para identificação das principais espécies de Eucalyptus cultivadas no Brasil. O livro traz ainda informações relevantes a pesquisadores e profissionais florestais sobre as necessidades climáticas das espécies na forma de gráficos, tabelas e mapas. Uma chave de identificação, com descrições morfológicas e comentários taxonômicos, propicia segura identificação das espécies, apoiada por pranchas fotográficas de folhas, flores, frutos, sementes, mudas, madeira, tronco e casca. No total, mais de 500 ilustrações e mais de 50 mapas são apresentados para as 47 espécies tratadas neste guia.

ISBN: 978-85-89142-07-6


Guia de plântulas e sementes da Mata Atlântica do estado de São Paulo

FRIGIERI, Felipe Furtado; IWANICKI, Natasha Sant Anna; GANDARA, Flávio Bertin; FERRAZ, Elza Martins; ROMÃO, Gerson Oliveira; COLETTI, Guilherme Furlan; SOUZA, Vinícius Castro; MORENO, Maria Andréia
978-85-89142-06-9

Há muito tempo atrás no meio de uma exuberante Mata Atlântica, um indiozinho pergunta: Pai onde fica o coração da floresta? O pai a princípio fica sem resposta, mas ao pisar em um fruto de jatobá, já corroído pelo tempo, mostra a seu filho as sementes daquela árvore majestosa, compartilhadas dentro do fruto e como em um filme, plântulas de jatobá passam a bailar aos olhos do menino. O pai vira-se para seu filho e lhe diz: quando conhecer as sementes, as plântulas e as árvores jovens de uma floresta encontrará dentro de si o seu coração e nunca mais se separará dele, pois são as crianças da floresta que garantem a sua perpetuação e conhecê-las é incorporar dentro de si o Espírito da Floresta. Desse modo, esse guia de plântulas e sementes de espécies arbóreas da Mata Atlântica é uma obra  indispensável, feita por especialistas, que dedicaram parte de suas vidas a ler, observar, coletar e organizar um conhecimento fundamental, para que a sociedade como um todo, possa entender a infância da Mata Atlântica, que é a formação florestal mais fascinante que ocorre no Estado de São Paulo.

ISBN: 978-85-89142-06-9

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Colheita e pós-colheita de olerícolas

KLUGE, Ricardo Alfredo; PESSOA, Cleonice de Oliveira; TEZOTO-ULIANA, Jaqueline Visioni; DE PAULA, Juliana Tauffer; BERNO, Natália Dalloca; DA SILVA, Paula Porelli Moreira
978-85-7565-122-4

O consumo de hortaliças vem crescendo ano a ano devido ao fato de esses produtos serem recomendados para a prevenção de vários problemas de saúde que afetam os brasileiros, como as doenças do aparelho circulatório, acidente vascular cerebral (AVC) e diversos tipos de câncer. O excesso de peso e a obesidade, as principais causa dessas anomalias atingem mais de 50% dos brasileiros, tornando-se um caso de saúde pública a ser combatido.

Nas situações mencionadas, o consumo de hortaliças representa um importante aliado para a melhoria da saúde. O Brasil produz uma infinidade de hortaliças, todas elas possuindo um ou mais fatores nutricionais importantes para o ser humano. Infelizmente, o Brasil é um dos que mais perde em pós-colheita, podendo atingir até 30% do volume produzido.

A fim de disponibilizar as hortaliças para a produção e reduzir as perdas, os processos de produção devem ser otimizados, bem como os aspectos ligados à colheita de e à pós-colheita.

Esta cartilha tem como objetivo tratar dos mais importantes aspectos relacionados à colheita e à pós-colheita das principais hortaliças produzidas no Brasil. Procuramos, com esse material, passar informações necessárias para obter produtos de qualidade e com maior durabilidade em pós-colheita.

ISBN: 978-85-7565-122-4


Compendium of Bioenergy Plants: Sugarcane

LAM, Eric; CARRER, Helaine; SILVA, Jorge A.; KOLE, Chittaranjan
978-1-4987-4338-9

The 21st Century will be a pivotal one for human evolution as a species. While the previous 100 years witnessed two World Wars and the escalating power of human's destructive capabilities that culminated in nuclear weapon proliferation, the present century has brought us face-to-face with the consequences of human ingenuity. While we have averted rash actions during the Cold War that could have led to mass destruction by nuclear weapons, the rapid advances in our technologies that tap the resources of this planet ever more efficiently and rapidly is changing our global systems at an unprecedented scale. Although massive changes to earth's systems have been caused by life forms before, such as the production of oxygen in the atmosphere after the appearance of photo-oxygenic organisms, it has never occurred at a rate similar to what has been happening during the last two centuries. Two interrelated factors that helped to drive the massive changes in climate that are now widely recognized by the scientific community are sustained increase in global population as well as their economic wealth, and the transition to fossil fuels as the primary energy sources to power human societies across the globe. A quantifiable result of these factors is a steady rise in greenhouse gases, mainly carbon dioxide, in our atmosphere, which directly contribute to global warming. The negative impacts of these factors on our planet are most obvious in drastic swings in weather patterns with steady increase in ocean temperature, rapid rise of sea levels from melting of glaciers worldwide, and accelerated loss of species estimated to be 100 fold faster than 2 centuries ago.

With the recognition that fossil fuels are not inexhaustible and that their massive uses has severe consequences on the global climate systems, the beginning of the 21st Century saw a surge of interest on research and deployment of various renewable energy options. Success of at least some of these potential candidates to replace a significant portion of the global energy portfolio would raise hope that we may be able to mitigate the threat of global Climate Change by adopting new sources of renewable energy and fuels.

Currently, the most abundant energy that can be readily tapped on earth is light from the sun. Compared to global energy consumption rate, the rate of energy equivalent from solar irradiation reaching the earth is about 10,000 times. Thus, less than one hour of sunlight will be able to power all of our energy needs in a year if the energy from that irradiation can be captured efficiently. While advances in photovoltaic devices have steadily been improving, we believe that diversifying some of our existing agriculture systems toward renewable energy and fuel production can replace a significant percentage of our fossil fuel needs. This Compendium of Energy Crops endeavor to contribute to this effort by providing a comprehensive collection of papers from experts that are working in the frontline to facilitate the rapid optimization of various crop plants as feedstocks for fuel and energy production. This volume focuses on sugarcane, arguably the current energy crop that has the most significant impact on mitigating greenhouse gas footprint from energy consumption. The energy output to input ratio for sugarcane bioethanol has been estimated to be 8 to 10, while that for corn is currently around 1.4 as a comparison. With steady research and development over the past 50 years, sugarcane as an energy crop has been steadily improved through breeding approaches that resulted in varieties with higher sugar content, more resistant to diseases, and more optimal physical structure for easier harvesting and processing. The parallel development of Flex-fuel engine technology also improved consumer acceptance of bioethanol as an alternative to gasoline, especially in Brazil where government incentives and policies have played key roles in the success of their biofuel economy. 

The opening chapter by Carneiro and colleagues provides a detailed description of the origin, genetic diversity and historical aspects of sugarcane and its domestication history from past to present. It provides a comprehensive account of all the basic information on sugarcane as a crop plant and its relation to global agriculture. Park and da Silva follow with the second chapter that describes in depth the current challenges in genetic improvement of sugarcane through hybridization with other related grasses. The challenges and perspectives described by the authors in this breeding approach would be very useful for readers who are interested in the development of new varieties of sugarcane with improved traits in stress tolerance and growth properties. While sugar that can readily be extracted from sugarcane has been used to produce bioethanol fuel, the remaining biomass composed of leaves and tops, usually left in the field, and the left¬over stalks after crushing at the mill, called bagasse, is rich in cellulosic material that can also be converted to fuel with additional processing. To optimize this so-called second generation biofuel production from leaves and bagasse, knowledge of the sugarcane cell wall's chemistry and structure would be essential. Buckeridge and his coauthors provided an authoritative description of the complex composition and properties of the cell wall of sugarcane. The narrative especially emphasizes on the important factors that would need to be considered for optimal strategies to hydrolyze the cell wall components of sugarcane. Itwill serve as an important guide to readers who want to increase the amount ofbiofuel that can be produced from harvested biomass by more complete usage of all the energy-storage components that it contains. Inaddition to technology improvement for feedstock production and processing, it is also important to understand the economic forces in the marketplace that can determine the viability of the different products that can be produced from a crop such as sugarcane. To this end, Ribera and Bryant provide a concise analysis of the various government instruments in the United States that have created an environment that is in favor of sugar production rather than bioethanol. Without drastic changes in the tariff and other financial programs that protect the sugar industry in the U.s. market, sugarcane in the U.S. will be unlikely to be used for bioethanol. This chapter thus explains why in spite of the existence of large sugarcane production capacity in the U.s., bioethanol is chiefly, if not entirely, produced from corn starch. Looking toward the future demand that would need to be satisfied if renewable biofuels are to replace a major portion of the current fossil fuel production, traditional breeding strategies would be too slow to generate new elite varieties to improve on the quality and production reliability of sugarcane. In order to complement this approach, Barboza and Carrer discuss the technology of genetic transformation of sugarcane in terms of its current state-of-the-art as well as future areas for improvements. The authors provided a detailed description of the methodology, the successful traits that have been introduced into sugarcane so far in the past decade, and the new approaches that may overcome previous pitfalls and limitations. It should serve as a useful reference for new research or commercial groups who desire to use this technology to characterize genes and their associated traits in sugarcane and to develop varieties with novel phenotypes. To finish with our story on sugarcane and its relationship with human societies, it is important to bear in mind the historical setting in which it has been domesticated. In Brazil and elsewhere in the world, sugarcane plantations traditionally employed very low income sectors of the population and in earlier times, through slaves that worked under their owners. As the farming of sugarcane becomes more mechanized and health concerns dictated dramatic changes in the harvesting practice, major shifts in the labor-owner relationship has to be managed appropriately in order to make benefits to both. Moraes and Oliveira made an in-depth discussion of the past practice and current reforms that are taking place in the labor and societies that have close relationship to sugarcane and bioethanol production in Brazil. The unfolding story serves as a reminder of the complexity in implementing change in a well-established industry and its potential harm as well as benefits to the social dimensions, depending on how well this change is being managed. 

In assembling this volume together, we hope that it can reach a wide audience to provide them with a comprehensive appreciation of the potential for this remarkable crop plant, its current impact on the fledgling renewable energy sector, and the promise that it holds to help build a more sustainable biofuel industry.

ISBN: 978-1-4987-4338-9


Guia ilustrado para identificação das plantas da Mata Atlântica: Legado das Águas - reserva Votorantim

FLORES, Thiago Bevilacqua; COLLETTA, Gabriel Dalla; SOUZA, Vinícius Castro; IVANAUSKAS, Natalia Macedo; TAMASHIRO, Jorge Yoshio; RODRIGUES, Ricardo Ribeiro
978-85-7975-204-9

Este livro tem como objetivo servir de guia para identificação de espécies vegetais ocorrentes na Floresta Ombrófila Densa, tendo como cenário o Legado das Águas - Reserva Votorantim, uma das maiores propriedades particulares voltadas para a conservação da Mata Atlântica, com 31 mil hectares.

As espécies aqui apresentadas foram amostradas durante três expedições realizadas na área por uma equipe de seis pesquisadores vinculados à Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e ao Instituto Florestal (IF), acompanhados por 25alunos de pós-graduaçãodas duas primeiras instituições, que estavam inscritos na disciplina "Taxonomia de Campo", coordenada pelos Profs. Drs. Ricardo Ribeiro Rodrigues e Vinícius Castro Souza, com a colaboração de Dr. Alexandre Salino, Dra. Natália M. Ivanauskas e Me. Jorge Yoshio Tamashiro.

A maior parte das coletas foi realizada durante a expedição de 13 dias (de 25 de março a 6 de abril de 2013) para coleta e identificação preliminar de material botânico no campo. Essa etapa foi complementada com um período de 30 dias no Laboratório de Sistemática do Departamento de Ciências Biológicas da ESALQ/USP e do Departamento de Botânica da UNICAMP, onde as identificações preliminares foram confirmadas por meio de uso de bibliografia especializada, comparação com material de herbário e consulta a especialistas. Outras duas expedições à área, com duração de cerca de cinco dias cada uma, foram realizadas para a obtenção de imagens fotográficas de plantas em floração e/ou frutificação. Considerando todas as expedições, foram coletadas cerca de 2 mil amostras de plantas, representando 768 espécies de plantas vasculares, grande parte destas apresentadas neste guia.

Um país com tamanha biodiversidade como o Brasil precisa de ferramentas para facilitar a identificação de plantas. Nesse sentido, esperamos ter contribuído para que isso ocorra mais facilmente, o que permitirá maior agilidade e qualidade dos diagnósticos ambientais.

ISBN: 978-85-7975-204-9

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Morfologia de sistemas subterrâneos de plantas

APPEZZATO DA GLORIA, Beatriz
978-85-66115-56-7

Desde que iniciei, em 1986, os estudos sobre morfologia de sistemas subterrâneos, senti a necessidade de reunir as informações em uma publicação.

O capítulo 2 traz um Histórico do conhecimento e, além do estudo pioneiro de Lindman, são relatadas as principais fases de estudo sobre sistemas subterrâneos. Convém ressaltar que essas fases não são estanques, pois os estudos têm continuidade até os dias de hoje.

Na fase I, que corresponde à década de 1940, iniciaram-se os estudos sobre morfologia externa dos sistemas subterrâneos de plantas do Cerrado. Na fase II na década de 1960, acrescentam-se àqueles estudos as análises sobre ontogênese e fatores de formação, com ênfase nos xilopódios. A fase seguinte inicia-se em 1969, com o estudo pioneiro da Profa. Nanuza Luiza de Menezes, abordando a anatomia do xilopódio de <i>Pfaffia jubata</i>. Seguem-se a este trabalho vários estudos sobre ontogênese e a anatomia do xilopódio de plantas do Cerrado e dos campos rupestres. Um novo enfoque sobre a anatomia de sistemas subterrâneos é dado a partir de 1979, quando novamente a Profa. Nanuza inicia uma série de estudos sobre os rizóforos, caracterizando a quarta fase de estudos. A fase V abre uma nova linha de estudos sobre a formação de gemas em raízes de espécies arbóreas florestais brasileiras. No final do capítulo, são descritos sucintamente os estudos sobre anatomia de sistemas subterrâneos e perspectivas para o futuro.

Para finalizar o livro, no capítulo 3 é apresentada a classificação dos sistemas subterrâneos, enfatizando as terminologia apropriadas e as características morfológicas e anatômicas associadas às mesmas.

ISBN: 978-85-66115-56-7


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