Livros

Guia de Plantas Medicinais, Aromáticas e Condimentares

CAPELLARI JR., Lindolpho; NASCIMENTO, Cláudia Resende do
978-85-63944-01-6

O Horto de Plantas Medicinais e Aromáticas pertence ao Departamento de Ciências Biológicas da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" da Universidade de São Paulo. Foi criado em 1991 para conter uma coleção de espécies vegetais de interesse medicinal, aromático ou condimentar. Em uma área relativamente pequena foram construídos canteiros retangulares que com o tempo foram sendo divididos para conter novas espécies.

A maioria das plantas são herbáceas anuais ou perenes, entretanto, também são mantidos ali algumas árvores, diversos arbustos e trepadeiras. 

As suculentas que necessitam de muita insolação foram agrupadas numa faixa lateral.

Em 1997 foi realizada a inauguração do horto que recebeu o nome em homenagem a um dos professores mais queridos da ESALQ: Prof. Dr. Walter Radamés Accorsi.

Ao longo desses anos o horto forneceu material didático para diversas disciplinas do departamento e mudas para comercialização ou doação (escolas, feiras científicas e entidades de apoio à comunidade). Muitas visitas foram ali recebidas envolvendo alunos de ensino elementar, intermediário e superior. Pesquisadores de instituições nacionais e delegações estrangeiras, especialemnte chinesas, também visitaram o horto, contribuindo para o intercâmbio de informações e identificações botânicas. No segundo semestre de 2008 o horto passou por um processo de reorganização, expansão e melhorias.

O setor conta com o trabalho de um auxiiar técnico - o "Pequeno" (José Francisco Rodrigues) e de um grupo de alunos, o GeWA (Grupo de estudos Water Accorsi), criado em 2007 pelo aluno Maurício Meira Guimarães.

Neste trabalho é apresentado um guia que contém informações botânicas, agronômicas e terapêuticas sobre 200 espécies vegetais do horto. As fotografias foram tomadas em épocas de florescimento ou frutificação. Certas espécies, entretanto, que não florescem em nossas condições climáticas, foram fotografadas na fase vegetativa (sem flor ou fruto) ou floridas, mas em outros locais na Europa (França e Italia).


O Código Florestal e a Ciência: contribuições para o diálogo

NOBRE, Antonio Donato; JOLY, Carlos Alfredo; NOBRE, Carlos Afonso; MANZATTO, Celso Vainer; REICH FILHO, Elibio Leopoldo; DA SILVA, José Antônio Aleixo; SKORUPA, Ladislau Araújo; DA CUNHA, Maria Manuela Ligeti Carneiro; MAY, Peter Herman; RODRIGUES, Ricardo Ribeiro; AHRENS, Sérgio; SÁ, Tatiana Deane de Abreu
978-85-86957-16-1

As ponderações científicas contidas neste documento contribuem para o diálogo que a sociedade realiza sobre as possíveis alterações do Código Florestal Brasileiro. Ressalte-se, porém, que não se trata de uma análise detalha de dispositivos do Código Florestal vigente e nem do substitutivo ao PL no 1.876/99 e seus respectivos apensados. 

Inspirou e balizou este trabalho a perspectiva de novos conceitos e de novos instrumentos tecnológicos para o planejamento e ordenamento territorial, orientados para estimular o aumento da produção e da produtividade agrícola em sinergia com a sustentabilidade ambiental. 

O documento explicita o referencial científico utilizado para análise de vários temas do ambiente rural e urbano que não podem ser desconsiderados na revisão da legislação, citando exemplos de dispositivos do Código Florestal vigente e do substitutivo em discussão. A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) permanecem à disposição para mobilizar competências na sociedade que possam embasar cientificamente o diálogo, participando de agendas plurissetoriais.

ISBN: 978-85-86957-16-1

Arquivo(s):

Reservatórios do Nordeste do Brasil: biodiversidade, ecologia e manejo

MOURA, Ariadne do Nascimento; ARAÚJO, Eucida de Lima; Bittencourt-Oliveira, Maria do Carmo; PIMENTEL, Rejane Magalhães de Mendonça; ALBUQUERQUE, Ulysses Paulino de (edit.)
978-85-7917-078-2

Construídos com a finalidade de contribuir para a produção de eletricidade, abastecimento de cidades e para a irrigação, os reservatórios diversificaram seus usos, ampliando a importância econômica e social e, ao mesmo tempo, aumentando sua complexidade funcional. 

Os impactos diretos e indiretos resultantes dos usos múltiplos, notadamente os impactos antropogênicos, tem trazido, como consequência, graves prejuízos, com perdas de sua capacidade de uso.

Em virtude disto, a necessidade do conhecimento da saúde ambiental dos reservatórios tornou-se uma das preocupações de pesquisadores de diversas áreas ambientais, os quais vem realizando estudos integrados com a finalidade de produzir informações básicas acerca dos componentes físicos, químicos e biológicos, gerando uma base solida para futuras ações de gerenciamento e monitoramento desses ecossistemas.

O livro Reservatórios do Nordeste Do Brasil: Biodiversidade, Ecologia e Manejo representa o resultado dos esforços de um grupo de docentes, pesquisadores e discentes de diferentes áreas ambientais e comporta uma serie de informações relacionadas ao conhecimento biótico e abiótico dos reservatórios localizados no Nordeste do Brasil.

Por seu conteúdo, representa uma valiosa contribuição para o entendimento dos problemas ecológicos desses mananciais, propiciando ferramentas fundamentais para o controle da qualidade da agua.

Considerando-se que 90% dos reservatórios do Nordeste recebem pesadas cargas poluidoras orgânicas, tornando-se eutróficos, com consequentes florescimentos de cianobactérias, muitas delas produtoras de substancias toxicas que podem causar problemas gástricos e dermatológicos, a presente publicação representa um avanço no sentido de estender o conhecimento de suas características ecológicas, como uma forma de encontrar soluções para a melhoria de suas qualidades ambientais. 

Com esta finalidade, o livro traz uma abordagem ampla, estando estruturado de forma a apresentar os diversos aspectos da flora, da fauna e das condições hidrológicas de reservatórios localizados em varias áreas do Nordeste brasileiro. Estão abordados, desde as comunidades de produtores primários ate a fauna ictiologica.

Entre os produtores primários esta descrita a composição florística das microalgas planctônicas e a variação temporal e espacial de suas populações, com detalhamento e descrição de espécies de cianobactérias potencialmente toxicas. São, também, apresentados dados sobre a ocorrência de macrófitas aquáticas e descritos métodos de coleta e analise destas angiospermas. 

A fauna aquática esta abordada em seus diversos segmentos, desde os levantamentos dos invertebrados planctônicos e bentônicos ate a distribuição espacial e sazonal do ictioplancton. A composição e abundancia da ictiofauna também e descrita, incluindo a participação dos reservatórios no âmbito social.

O livro aborda, ainda, as variaveis hidrologicas e descreve o estado trofico, alem de dimensionar as perspectivas de implantação de atividades de aquicultura nestes mananciais.

Esta e, portanto, a contribuicao que profissionais da area ambiental colocam a disposicao da comunidade cientifica informações importantes, com o objetivo de estimular a geracao de conhecimento de ecossistemas com valioso potencial socioambiental.

ISBN: 978-85-7917-078-2


Pacto pela restauração da mata atlântica: referencial dos conceitos e ações de restauração florestal

RODRIGUES, Ricardo Ribeiro; BRANCALION, Pedro Henrique Santin; ISERNHAGEN, Ingo
978-85-60840-02-1

A recuperação de ecossistemas degradados é uma prática muito antiga, podendo-se encontrar exemplos de sua existência na história de diferentes povos, épocas e regiões (Rodrigues & Gandolfi, 2004), porém, só recentemente adquiriu o caráter de uma área de conhecimento, sendo denominada por alguns autores como Ecologia da Restauração (Palmer et. al., 1997). Incorporou conhecimentos sobre os processos envolvidos na dinâmica de formações naturais remanescentes, fazendo com que os programas de recuperação deixassem de ser mera aplicação de práticas agronômicas ou silviculturais de plantios de espécie perenes, visando apenas a reintrodução de espécies arbóreas numa dada área, para assumir a difícil tarefa de reconstrução das complexas interações da comunidade (Rodrigues & . Gandolfi, 2004). É a essa tarefa grandiosa de restauração da Mata Atlântica que o presente documento procura contribuir através do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica. 

O esforço integrado de conservação e restauração da Mata Atlântica deve necessariamente passar por uma padronização e atualização do conhecimento científico e empírico acumulado nesses temas, incluindo uma contextualização temporal desse conhecimento e a sua tradução em ações específicas, mas sempre buscando o referencial teórico que sustentava a adoção dessas ações.

Nesse sentido, esse documento foi construído para sustentar as ações de restauração da Mata Atlântica, que deverão ser potencializadas com o esforço coletivo e integrado do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica através das organizações não governamentais, governos federal, estaduais e municipais, proprietários rurais, comunidades tradicionais, cooperativas, associações e empresas. De forma alguma o presente documento deve ser tomado como o ponto final da Ciência e prática da restauração florestal da Mata Atlântica. Serve como um ponto de partida para que, daqui a alguns anos, possa ser atualizado pelo avanço da Ecologia da Restauração e pelas lições a serem aprendidas com as ações do Pacto. 

As ações de restauração englobadas nesse documento não se restringem às iniciativas de recuperação de áreas públicas degradadas. Também envolvem a preocupação com a recuperação das florestas nativas funcionais em áreas rurais, que inadequadamente foram ocupadas por atividades de produção agrícola no passado, pelo fato ou de serem situações protegidas na legislação ambiental brasileira (Áreas de Preservação Permanente e Reserva Legal) ou por serem áreas de baixa aptidão agrícola, com elevada vocação florestal. Dessa forma, as iniciativas de restauração focadas nesse documento visam a restauração da diversidade vegetal regional, tanto com o propósito da conservação dessa diversidade nas matas ciliares (Áreas de Preservação Permanente), nas Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN) e outras iniciativas de conservação, como implantação de reflorestamentos de espécies nativas visando algum tipo de produção florestal, mas em ambientes de elevada diversidade regional. Nessas últimas busca-se algum tipo de retorno econômico da restauração, como nas áreas alocadas como Reserva Legal e mesmo nas áreas agrícolas das propriedades, e, portanto, não protegidas na legislação ambiental, atualmente ocupadas com atividades de baixa sustentabilidade ambiental e econômica, tal como pastagens degradadas, que podem ser redefinidas para exploração florestal, pela possibilidade de maior retorno econômico, como a produção de espécies madeireiras, de espécies medicinais, de frutíferas nativas e meliferas, além de outros produtos florestais.

O conceito de restauração considerado nesse documento é aquele aplicado pela Society for Ecological Restoration International (SERI): "a ciência, prática e arte de assistir e manejar a recuperação da integridade ecol6gica dos ecossistemas, incluindo um nível mínimo de biodiversidade e de variabilidade na estrutura e funcionamento dos processos ecológicos, considerando-se seus valores ecológicos, econômicos e sociais". Vale destacar que será enfocado, nesse documento, a restauração dos processos ecológicos em ecossistemas florestais, que são responsáveis pela construção de uma floresta funcional e, portanto, sustentável e perpetuada no tempo, e não apenas a restauração de uma fisionomia florestal. Assim, busca-se garantir que a área não retomará à condição de degradada, se devidamente protegida e/ou manejada.

Esse documento foi elaborado em capítulos, sendo que o primeiro capítulo apresenta as principais iniciativas de restauração realizadas no Brasil, agrupadas em fases, por uma questão didática apenas. Essas fases visam agrupar essas iniciativas de acordo com as características das ações usadas na restauração dessas áreas, que logicamente são condizentes com o referencial teórico em que essas iniciativas foram concebidas. Esse referencial teórico usado na definição das ações de restauração se alicerça no conhecimento científico acumulado até aquele momento, sobre dinâmica de florestas tropicais e na experiência empírica desses praticantes de restauração, responsáveis pela elaboração de cada uma das iniciativas de restauração. No entanto, vale destacar que esse agrupamento em fases é apenas para facilitar o entendimento da evolução das ações de restauração, dado a grande complexidade de iniciativas de restauração e não necessariamente ter uma ordenação cronológica, além do fato de as iniciativas atuais poderem ser classificadas em qualquer uma dessas fases. 

Os demais capítulos tratam de aspectos relacionados com a prática da restauração, desde a necessidade de diagnósticos e de adequação ambiental de propriedades rurais, o monitoramento de áreas restauradas, a avaliação de biomassa e de carbono em áreas restauradas, possíveis aproveitamentos econômicos de áreas restauradas e as atividades operacionais necessárias para efetivação da restauração.

ISBN: 978-85-60840-02-1

Arquivo(s):

Princípios de adubação foliar

CASTRO, Paulo Roberto de Camargo e
987-85-7805-030-6

Os adubos foliares têm sido aplicados extensivamente na agricultura. Além de caracterizarmos as primeiras aplicações desses agroquímicos, apresentamos aspectos da anatoimia das folhas que são atingidas por esses produtos, os mecanismos de absorção passiva e ativa, os fatores que afetam a absorção e também aplicações e penetração dos nutrientes minerais. consideramos que se trata de uma contribuição para um melhor conhecimento da adubação foliar, cuja eficiência tem motivado controvérsias ao longo do tempo. 

ISBN: 987-85-7805-030-6


Implementando Reflorestamentos com Alta Diversidade na Zona da Mata Nordestina: Guia Prático

ALVES-COSTA, Cecília P.; LÔBO, Diele; LEÃO, Tarcísio; BRANCALION, Pedro H.S.; NAVE, André Gustavo; GANDOLFI, Sergius; RODRIGUES, Ricardo Ribeiro; TABARELLI, Marcelo
978-85-99657-03-4

Este guia prático é um dos produtos do projeto "Modelos de Reflorestamento para a Zona da Mata", financiado pelo Programa de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável da Zona ,da Mata de Pernambuco - PROMATA. O seu principal objetivo é ser uma ferramenta de consulta para o planejamento e implementação de reflorestamentos com alta diversidade biológica na floresta Atlântica do nordeste do Brasil (Zona da Mata). Esta obra foi pensada e elaborada para ser consultada por atores sociais diversos e, portanto, deu-se preferência a uma linguagem simples e objetiva. Entretanto, o guia apresenta um rico banco de informações técnico-científicas, tanto no que se refere às técnicas de recuperação de áreas degradadas como de características biológicas e biogeográficas da flora regional. 

Inicialmente, o guia apresenta o cenário atual da Zona da Mata nordestina e alguns conceitos que devem ser conhecidos sobre reflorestamentos. Depois, são apresentadas formas de planejar as ações em áreas a serem recuperadas, levando em consideração, principalmente, o aspecto legal e a necessidade de se utilizar muitas espécies nos plantios. O guia também indica uma "receita de bolo" para escolher de maneira adequada as espécies a serem utilizadas, seguida de uma série de técnicas e procedimentos que vão desde a produção de sementes florestais até o plantio das mudas no campo. No final, o guia aborda algumas experiências de reflorestamento na região e no Brasil, e discute oportunidades econômicas para a restauração florestal. 

Este obra cobre uma lacuna importante e tem valor estratégico, na medida em que estimula e permite uma melhoria significativa nas práticas de reflorestamento com espécies nativas na área de domínio da floresta Atlântica nordestina; desta forma, contribui para a restauração desta biota e proteção de sua enorme diversidade biológica. Embora o guia precise ser periodicamente atualizado (trata-se da primeira versão), o mesmo contém diretrizes básicas capazes de oferecer suporte para a elaboração de uma legislação reguladora das práticas de reflorestamento, as quais devem primar pela eficiência, garantia de benefícios (ambientais, sociais e econômicos) e suporte legal para os diversos atores interessados neste instrumento de recuperação da floresta e na melhoria de práticas produtivas. Essa obra, no entanto, não deve ser usada para condenar iniciativas passadas ou mesmo engessar as novas. A floresta  Atlântica nordestina é, atualmente, um dos trechos mais ameaçados da floresta Atlântica brasileira, pois restam menos de 3% da cobertura original. Permitir que esta floresta preste serviços ambientais estratégicos, proteja o patrimônio biológico da floresta Atlântica brasileira e ajude no desenvolvimento sustentável desta região é uma tarefa que não pode mais ser adiada e necessita do envolvimento de toda a sociedade. Felizmente, estamos vivendo um momento de oportunidades para esta floresta, o qual resulta do crescente interesse de setores produtivos pelas questões ambientais, maior consciência dos tomadores de decisão e dos formuladores de políticas públicas sobre a importância dos recursos naturais e, finalmente, do interesse da sociedade civil e da academia pelo paradigma do desenvolvimento sustentável. Aproveitamos então esta janela de oportunidade.

ISBN 978-85-99657-03-4


Diretrizes para a conservação e restauração da biodiversidade no Estado de São Paulo

RODRIGUES, Ricardo Ribeiro; BONONI, Vera Lúcia Ramos (orgs.)
978-85-7523-022-0

O governo de São Paulo deseja aperfeiçoar seu trabalho de proteção e fiscalização ambiental. e encontrou no projeto BIOTA!FAPESP, o conteúdo científico, inusitado, para embasar as decisões a serem tomadas pela Secretaria de Meio Ambiente. Assim nasceram as "DIRETRIZES PARA A CONSERVAÇÃO E RESTAURAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NO ESTADO DE SÃO PAULO". Vários cientistas, especialistas em flora, fauna e ecologia da paisagem, ligados às melhores instituições de pesquisa e universidades do estado, contribuíram decisivamente para dar fundamento a este trabalho, aqui apresentado sob a forma de mapas temáticos. Tais mapas permitem visualizar as áreas que concentram maior diversidade biológica e, portanto, aquelas que exigem forte proteção ambiental. A metodologia desenvolvida em conjunto entre a Secretaria do Meio Ambiente e o projeto BIOTA! FAPESP permitirá melhorar a fiscalização, traçando enfoque rigoroso nas áreas mais críticas e ameaçadas do território paulista. No licenciamento, normas mais rigorosas devem enquadrar os projetos a serem instalados nessas áreas frágeis. Novas unidades de conservação se vislumbram. Enfim, o diagnóstico de biodiversidade, nos termos científicos aqui mostrados, vai facilitar todo o planejamento ambiental do governo paulista.

ISBN 978-85-7523-022-0


Árvores da Floresta Estacional Semidecidual: guia de identificação

RAMOS, Viviane Soares; DURIGAN, Giselda; FRANCO, Geraldo A. D. C.; SIQUEIRA, Marinez Ferreira de; RODRIGUES, Ricardo Ribeiro
978-85-314-1084-0

Árvores da Floresta Estacional Semidecidual é um guia para facilitar a identificação, em campo, de espécies arbóreas que ocorrem nessa formação florestal, que cobria toda a face ocidental da área de domínio da Mata Atlântica e, por isso, às vezes é deno¬minada Mata Atlântica do Interior. Foi elaborado com base nas espécies registradas na Estação Ecológica dos Caetetus, que guarda um dos últimos remanescentes dessa floresta no Estado de São Paulo, mas pode auxiliar na identificação de espécies em toda a região de ocorrência desse tipo de vegetação. Uma chave de identificação baseada em caracteres vegetativos, acompanhada de um glossário ilustrado dos termos técnicos contidos na chave, dá ao leitor as ferramentas para a identificação das espécies em campo. A identificação pela chave pode ser confirmada pelas ilustrações, que geralmente mostram a aparência da casca, ramos, folhas, flores e frutos e algum detalhe adicional que contribua para facilitar o reconhecimento da planta. As "dicas de campo", apresentadas para cada espécie, destacam para o leitor os principais caracteres que devem ser observados. A nomenclatura botânica adotada seguiu o sistema atualmente mais utilizado in-ternacionalmente, proposto pelo Angiosperm Phylogeny Group II (APG II), mas é apresentada também a classificação anterior, segundo Cronquist, para familiarizar o leitor com a nova classificação de algumas espécies e, ainda, o nome popular pelo qual a espécie é tratada regionalmente

ISBN 978-85-314-1084-0


Manual de Fisiologia Vegetal: fisiologia de cultivos

CASTRO, Paulo Roberto de Camargo e; KLUGE, Ricardo Alfredo; SESTARI, Ivan
978-85-318-0049-8

Este livro é destinado principalmente às disciplinas das áreas de Fitotecnia e de Horticultura nos níveis de graduação e pós-graduação das faculdades de Agronomia. O texto poderá ser utilizado também por professores e estudantes das áreas de Biologia e Ecologia Vegetal, Agricultura e Pastagens, além de outras disciplinas afins, pois propicia a base necessária para a abordagem científica destas disciplinas.

Esta obra abrange conhecimentos ecofisiológicos de 50 plantas cultivadas. Dentre essas tratamos de 15 frutífiras, 11 cultivos, 8 olerícolas, 7 extrativas, 5 estimulantes, 3 forrageiras e 1 ornamental.

Para a solução de problemas com essas culturas em condições de campo e maximizar a produção econômica, a obra torna-se indispensável aos agrônomos, consultores e produtores que vivem o dia-a-dia nos sistemas de produção agrícola.

Atenção especial foi dada a extensão e aos temas tratados em cada cultivo de forma a apresentar os fundamentos mais relevantes.

ISBN: 978-85-318-0049-8


Eutrofização em reservatório

SILVA FILHO, Benício João da; LIRA, Giuliari Alan da Silva Tavares; BITTENCOURT-OLIVEIRA, Maria do Carmo; MOURA, Ariadne do Nascimento
978-85-87459-64-0

Toda a dinâmica da água é de extrema importância para a manutenção da vida na terra, pois água ajuda a manter a temperatura dos organismos e da terra, permite o movimento de substâncias nos organismos e na terra, é utilizada na constituição de organelas e de substância orgânicas entre outras funções. Apesar de toda esta importância, na maioria das vezes não cuidamos direito do deste bem natural, pois lançamos nos rios, lagos, riachos, oceanos e reservatórios dejetos provenientes de nossas atividades, como esgotos domésticos e não domésticos; resíduos sólidos e não sólidos de fábricas e indústrias entre outros. As conseqüências destas ações são desastrosas para a saúde pública e do ambiente.

Nesta cartilha vamos conhecer de forma ilustrada um pouco de tais problemas, a partir da conversa de dois personagens que quando em dosagem natural não causam danos à saúde dos mananciais, mas quando em concentrações elevadas provocam desequilíbrio no meio e favorecem ao super-desenvolvimento de algumas populações de algas, que acabam lançando substâncias tóxicas e consumindo o oxigênio da água, levando a morte de peixes e de outros organismos. Convido-o a ler e participar desta história, escrita por um grupo de alunos e professores do 1º Curso de Especialização do Ensino da Biologia, promovido pela Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco em convênio com a Universidade Federal Rural de Pernambuco. Descubra quem são esses elementos e de quais problemas estamos falando. Será que você alguma vez lançou resíduo nocivo nos nossos mananciais? Será que podemos fazer alguma coisa para ajudar a recuperação de nossos reservatórios hídricos. Depois da leitura, incentivo seu próximo a ler a cartilha e procurem juntos contribuir para a restauração de nossos reservatórios.

ISBN: 978-85-87459-64-0


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