Livros

Eutrofização em reservatório

SILVA FILHO, Benício João da; LIRA, Giuliari Alan da Silva Tavares; BITTENCOURT-OLIVEIRA, Maria do Carmo; MOURA, Ariadne do Nascimento
978-85-87459-64-0

Toda a dinâmica da água é de extrema importância para a manutenção da vida na terra, pois água ajuda a manter a temperatura dos organismos e da terra, permite o movimento de substâncias nos organismos e na terra, é utilizada na constituição de organelas e de substância orgânicas entre outras funções. Apesar de toda esta importância, na maioria das vezes não cuidamos direito do deste bem natural, pois lançamos nos rios, lagos, riachos, oceanos e reservatórios dejetos provenientes de nossas atividades, como esgotos domésticos e não domésticos; resíduos sólidos e não sólidos de fábricas e indústrias entre outros. As conseqüências destas ações são desastrosas para a saúde pública e do ambiente.

Nesta cartilha vamos conhecer de forma ilustrada um pouco de tais problemas, a partir da conversa de dois personagens que quando em dosagem natural não causam danos à saúde dos mananciais, mas quando em concentrações elevadas provocam desequilíbrio no meio e favorecem ao super-desenvolvimento de algumas populações de algas, que acabam lançando substâncias tóxicas e consumindo o oxigênio da água, levando a morte de peixes e de outros organismos. Convido-o a ler e participar desta história, escrita por um grupo de alunos e professores do 1º Curso de Especialização do Ensino da Biologia, promovido pela Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco em convênio com a Universidade Federal Rural de Pernambuco. Descubra quem são esses elementos e de quais problemas estamos falando. Será que você alguma vez lançou resíduo nocivo nos nossos mananciais? Será que podemos fazer alguma coisa para ajudar a recuperação de nossos reservatórios hídricos. Depois da leitura, incentivo seu próximo a ler a cartilha e procurem juntos contribuir para a restauração de nossos reservatórios.

ISBN: 978-85-87459-64-0


Chave de identificação: para as pincipais famílias de angiospermas nativas e cultivadas do Brasil

SOUZA, Vinícius Castro; LORENZI, Hari
85-86714-26-9

Quando elaboramos a chave de identificação para o livro Botânica Sistemática, que publicamos em 2005, procuramos fazer algo que fosse ao mesmo tempo simples de usar e que abrangesse toda a flora brasileira, incluindo as espécies nativas e as mais comumente cultivadas. Ao longo destes dois anos, desde que lançamos o livro, recebemos algumas sugestões para o aperfeiçoamento desta chave - as quais procuramos incorporar aqui - e pudemos constatar que ela vem sendo amplamente utilizada por alunos de graduação durante durante suas aulas de Botânica Sistemática. Mais proximamente pudemos acompanhar os alunos das disciplinas da ESALQ, que vêm utilizando a chave mesmo antes de seu lançamento e percebemos que a principal dificuldade que estes encontram é sua pouca familiaridade com alguns termos morfológicos.

Assim, estamos aqui apresentando uma chave de identificação voltada especificamente para uso em sala de aula e para o estudo dos alunos dos cursos de graduação, com os principais termos morfológicos explicados e ilustrados. Além disso, considerando esta finalidade, restringimos bastante o número de famílias abordadas. Por exemplo, excluímos as Haemodoraceae da chava, por considerar que dificilmente tal material será trazido em uma aula prática de Botânica Sistemática, já que muito poucas espécies desta família ocorrem no Brasil. Excluímos também aquelas situações consideradas exceções em determinadas famílias. Por exemplo, são relativamente raras as Rubiaceae que apresentem ovário súpero e, assim, provavelmente não fará muita diferença excluir completamente a opção de chegar a esta família utilizando tal característica. Certamente com tudo isso, a taxa de sucesso dos alunos ao tentar utilizar esta chave de identificação aumentará signficativamente e também sua satisfação em utilizá-la. Para aqueles que desejam continuar usando a chave completa, sempre existirá o recurso de utilizar a chave que está presente no livro Botânica Sistemática.

Esperamos que esta obra possa contribuir para que mais aunos se sintam estimulados a conhecer nossa flora, estudar a nossa biodiversidade e a desenvolver atividades que permitam a sua conservação. Assim como no livro Botânica Sistemática (Souza & Lorenzi, 2005), as famílias estão apresentadas de acordo com APGII (2003).

ISBN: 85-86714-26-9


Introdução à Ecofisiologia Vegetal

CASTRO, Paulo Roberto de Camargo e; KLUGE, Ricardo Alfredo; DECHEN, Antonio Roque
Introdução à Ecofisiologia Vegetal

Este livro é destinado aos alunos dos Cursos de Agronomia e Biologia, ao nível de Graduação e de Pós-Graduação em que o estudo da Ecofisiologia Vegetal mostra-se fundamental para as disciplinas de Agricultura, Fruticultura, Olericultura, Plantas Ornamentais, Fisiologia, Ecologia e outras que dependem do conhecimento dos processos ecofisiológicos das plantas para explicar seu espaçamento, manejo, tratos culturais, mecanismos funcionais e relações com o ambiente. Pode ser utilizados por Produtores, Agrônomos, Biólogos, Pesquisadores e Professores interessados na ciência dos vegetais.

Esta obra trata da ecologia da vegetação tropical, reprodução vegetal, iniciação floral, biologia vegetativa, relações hídricas no ecossistema, nutrição de plantas, produtividade vegetal, fotofisiologia, trnaslocação de solutos orgânicos e modelagem.


Matas Ciliares: Conservação e Recuperação

RODRIGUES, Ricardo Ribeiro; LEITÃO FILHO, Hemógenes de Freitas (ed.)
85-314-0567-X

Apesar de as matas ciliares estarem protegidas na legislação a quase meio século, elas não foram poupadas da desenfreada degradação das formações naturais. Com o cumprimento da exigência legal pelos órgãos fiscalizadores nas últimas décadas, cobranças judiciais obrigando a conservação e à recuperação das formações ciliares passaram a ser cada vez mais freqüentes e exigentes na qualidade das ações propostas.

No entanto, muitas dessas exigências não encontravam respaldo no conhecimento científico disponível, o que acabou por estimular o incremento de pesquisas das matas ciliares em diferentes áreas do conhecimento.

A proposta deste livro idealizado pelos professores doutores Hermógenes de Freitas Leitão Filho (Unicamp)e Ricardo Ribeiro Rodrigues (Esalq/USP) consiste em disponibilizar conhecimento acumulado sobre o meio físico das matas ciliares (geomorfologia, solos e hidrologia) e também sobre o biótco (a florística das matas ciliares e seus padrões, a questão da nomenclatura dessas formações, os aspectos da dinâmica dessa vegetação , envolvendo a ciclagem de nutrientes, a fenologia, as estratégias adaptativas, a avifauna característica dessa formação, a ictiofauna, a fauna de mamíferos e de grupos de insetos).

Nos capítulos finais, o livro propõe-se a uma reflexão sobre o uso desse conhecimento nas diferentes áreas para ações de conservação, manejo e principalmente de rcuperação das matas ciliares.Nesses capítulos discutem-se aspectos teóricos e metodológicos da recuperação de matas ciliares, com preocupação principal de externar a experiência acumulada pelos próprios autores nas diversas iniciativas na recuperação da fisionomia florestal, muitos avanços devem ainda ocorrer com o acúmulo de dados sobre indicadores de monitoramento dessas áreas com diferentes idades e metodologias de recuperação.

A atual discussão teórica e metodológica sobre a recuperação de matas ciliares tem salientado que o sucesso dessas propostas depende do sucesso no restabelecimento da biodiversidade das matas ciliares, envolvendo não só as demais formas de vida vegetal, como os diferentes grupos da fauna, e das suas relações ecológicas como principal alternativa para garantir a autoperpuação dessas áreas recuperadas.

Todas essas questões são profundamente tratadas neste livro, que recorre a uma bibliografia atual e disponibiliza dados que permitem tanto a reorientação de estudos sobre essas formações quanto de ações voltadas para conservação e recuperação e mesmo para ações de manejo dessas formações, caso a legislação venha permiti-las.

ISBN: 85-314-0567-X


Morfologia de sistemas subterrâneos: histórico e evolução do conhecimento no Brasil

APPEZZATO-DA-GLÓRIA, Beatriz
85-903372-2-7

O livro "Morfologia de sistemas subterrâneos: histórico e evolução o conhecimento no Brasil", é uma importante fonte de consulta para especialistas, estudantes, técnico  interessados em conhecer a diversidade morfológica das estruturas subterrâneas (tubérculos, rizomas, bulbos etc) das plantas brasileiras e a evolução dessa linha de pesquisa no Brasil.

São relatadas as principais fases de estudo sobre sistemas subterrâneos, com destaque às espécies de plantas do cerrado. A classificação dos sistemas subterrâneos é feita com base nas características morfológicas, anatômicas e de desenvolvimento dos diferentes órgãos subterrâneos espessados, sendo essa obra ricamente ilustrada.

ISBN: 85-903372-2-7 


Restauração ecológica de ecossistemas naturais

KAGEYAMA, Paulo Yoshio; de OLIVEIRA, Renata Evangelista; de MORAES, Luiz Fernando Duarte; ENGEL, Vera Lex; GANDARA, Flávio Bertin (org.)
85-98187-01-1

O livro Restauração Ecológica de Ecossistemas Naturais pode ser considerado como um das mais importantes contribuições para o avanço do conhecimento na área de ecologia de ecossistemas no nosso pais, assim como para a busca do manejo sustentável do nossos recursos naturais. Elaborado em linguagem acessível, com estrutura de tópicos bem organizada e com consistência de conteúdo, o livro trata das bases ecológicas necessárias para se conseguir a recuperação da integridade dos ecossistemas, ciência bastante nova, que começou a se desenvolver a partir da década de 1980.

Como resultado do paradigma ambiental dos dias atuais, é grande a preocupação para com a recuperação de áreas degradadas, que vem sendo realizada sob várias abordagens, inclusive independentemente da restauração ecológica. A começar por ai! O que vem a ser recuperação? E reabilitação? E restauração? O que realmente se almeja com a recuperação de matas ciliares? Como ter certeza do sucesso nos trabalhos de recuperação dos ecossistemas e florestas tropicais? E o que dizer do nosso Cerrado, sempre considerado não muito prioritário nos prgramas de conservação no Brasil, mas reconhecido como dotado de alta diversidade biológica?

Estas questões todas, sem dúvida das mais pertinentes para o resgate do passivo ambiental do nosso país, atestam a importância desta obra. A restauração ecológica, conforme se poderá encontrar no livro, atende a vários objetivos, tais como:

- restaurar a heterogeneidade da paisagem;

- recuperar parte da biodiversidade e restabelecer fluxos biológicos em paisagens fragmentadas;

- recuperar os processos naturais de uma paisagem saudável;

- recuperar os processos hidrológicos para evitar a erosão, a colmatagem dos rios e a poluição do lençol freático;

- restabelecer a beleza cênica;

- reconectar estrutural e funcionalmente, ambientes fragmentados;

- etc.

Além desta base conceitual apresentada com a devida oportunidade, o livro contém ainda um capítulo sobre restauração de solos degradados, assim como relatos sobre programas bem sucedidos de recuperação de matas ciliares, de florestas urbanas, de restauração ecológica em áreas de mineração e de medidas de amenização dos efeitos de borda em áreas e conservação. Por tudo isto o livro deve se constituir em material obrigatório de consulta para um público muito grande e variado de leitores e estudiosos.

ISBN: 85-98187-01-1


Anatomia Vegetal

APPEZZATO-DA-GLÓRIA, Beatriz; CARMELLO-GUERREIRO, Sandra Maria (edit.)
85-7269-162-6

Anatomia Vegetal é o ramo da Botânica que estuda a estrutura interna dos organismos vegetais. Se o estudo se resume ao exame detalhado de cada uma das partes ou órgãos, considerando sua posição no corpo vegetal, tem-se a anatomia descritiva. Quando a anatomia se limita a estudar os órgãos adultos, mas acompanha seu desenvolvimento desde o início da sua formação até a fase adulta, tem-se a anatomia ontogenética. O estudo da estrutura das partes e órgão vegetais, levando em conta a função que desempenham, denomina-se anatomia fisiológica.

Este livro apresenta a Anatomia Vegetal sob os pontos de vista descritivo, ontogenético e fisiológico, enfatizados de maneiras diferentes nos seus 15 capítulos.

O estudo da estrutura interna dos vegetais pode auxiliar na compreensão de vários fenômenos relacionados ao Corpo Vegetal, bem como nos estudos de identificação taxonômica. As respostas morfogenéticas – organogênese e embriogênese – obtidas na cultura de tecidos e células vegetais “in vitro”, tem sido confirmadas mediante análise anatômica. Mais recentemente, os estudos sobre as bases moleculares do desenvolvimento vegetal vêm sendo realizados por meio de análises anatômicas, utilizando-se técnicas de hibridização “in situ”.

O conteúdo de Anatomia Vegetal é, via de regra, abordado em disciplinas básicas nos cursos de graduação das áreas de Ciências Biológicas e Agrárias, dada a necessidade de proporcionar aos alunos a base de conhecimento sobre o Corpo Vegetal. Para atingir tal objetivo, o livro está organizado em quatro seções. Na primeira é apresentada a organização geral do Corpo Vegetal, para que o leitor possa ter uma noção clara dos mecanismos iniciais do desenvolvimento. Na segunda são mostrados os diferentes tipos de células e tecidos. Na terceira seção é abordada a anatomia dos órgãos vegetativos e, na quarta, a anatomia dos órgãos reprodutivos.

ISBN: 85-7269-162-6


Introdução à Fisiologia do Desenvolvimento Vegetal

CASTRO, Paulo Roberto de Camargo e; SENA, José Ozinaldo Alves de; KLUGE, Ricardo Alfredo
85-85545-63-1

Esta obra trata dos processos relacionados com o desenvolvimento das plantas . Os modelos de crescimento mostram como se verifica esse processo complexo nos vegetais. Determinadas organelas celulares exercem um papel fundamental no desenvolvimento, sendo que este fato encontra-se apresentado. 

Os hormônios vegetais estão diretamente envolvidos no processo de crescimento, sendo que o mecanismo de ação das auxinas é o mais conhecido. Esses hormônios são sintetizados em diferentes órgãos vegetais, exercendo efeitos no desenvolvimento e na senescência. 

Os hormônios vegetais devem ser caracterizados, assim como novas substâncias semelhantes aos hormônios. Substâncias alelopáticas também exercem efeitos negativos e eventualmente positivos sobre os vegetais.

Os hormônios são translocados através das vias apoplástica e simplástica das plantas, para exercerem seus efeitos sobre todos os órgãos vegetais. Esses hormônios exercem ação fisiológica no balanço hídrico, metabolismo e na nutrição mineral das plantas. Processos como germinação de sementes, dominância apical, desenvolvimento radicular, tropismos e florescência encontram-se sob o controle de hormônios endógenos.

A morfogênese e a arquitetura da planta, estabelecidas pelo desenvolvimento de raízes, caule, folhas e flores também estão sob efeito dos hormônios. A biotecnologia vegetal tem expandido o conhecimento sobre os processos de desenvolvimento e da transformação de plantas.

ISBN: 85-85545-63-1


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